sábado, 17 de dezembro de 2011

Preciso

Preciso ir. Não faça esta cara triste, nós já conversamos sobre isso, não posso ficar. Não diga assim meu nome entre sussurros, não posso, realmente não posso... não, não se despeça de mim assim com estes beijos... não tire o meu casaco, está frio lá fora. Não, não se incomode... óh céus, não pegue na minha cintura deste jeito que eu me arrepio... Se formos nos sentar naquela rede me esquecerei do tempo, já é tarde. Esquecer? Não, não posso me esquecer. Não brinque com o meu cabelo assim se não sabe fazer tranças, olha, estou arrepiando de novo! Eu lhe suplico, não faça isso, não me dê atenção, deixe-me ir... como consegue isso?? Eu lhe suplico... não, não use estes argumentos tão... isso é covardia... sim, sim, o seu desejo é o meu, eu fico.