sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Quando?

Quando é a hora de parar?





Quando que eu sei a hora de parar de comer tanto sorvete?, ou quando as minhas piadas repetidas não são mais engraçadas?, quando é a hora de parar de assistir televisão?, ou parar de estudar tanto?, ou parar de vagabundear tanto.., ou parar de odiar tanto, ou parar de falar tanto, ou parar de insistir? Quando eu devo abandonar um sonho, ou um ideal que não dá resultados? Aliás, eu devo abandonar tal sonho? Quando eu sei que fiquei obcecada?, e que não faz sentido insistir em tal ideia? Quando eu sei que não há mais possibilidades, e que estou nadando contra a correnteza? Quando eu descubrir a hora de parar, seria REALMENTE certo parar? Até que ponto vale a pena um sonho? ÃNH? Vale a pena alimentar utopias? Vale a pena acreditar que o tempo volta, e que certas coisas vão ser como antigamente? Vale a pena brigar com todo mundo só pra mudar o mundo? Até que ponto mudar o curso da história é a coisa certa a se fazer? Até quando eu vou continuar fazendo perguntas de respostas dificeis? shauhsaiohuaso', até eu me cansar e acabar acreditando que o mundo é sem graça e que minhas perguntas fazem eco no vazio?

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dourado.


Nunca esquecerei do dia em que me senti especial ao teu lado.
Nunca esquecerei da forma que você sorria, tão sutilmente e de um jeito tão sincero e contagiante que me dava vontade de sorrir também.
Nunca esquecerei do seu abraço grande, quente, aconchegante e intenso.
Nunca esquecerei das suas intermináveis piadas e do seu jeito hilariante de ser.
Nunca esquecerei das suas teses malucas e do seu jeito diferente e ao mesmo tempo tão igual ao meu de ver o mundo.
Obrigada por um dia ter aparecido na minha vida mesmo que hoje não seja mais presente.
Obrigada por ter me feito sorrir diversas vezes mesmo que hoje sejam apenas lágrimas.
Obrigada por ter me mostrado o que é ser feliz mesmo que hoje não haja mais motivos para sentir isso novamente.
Obrigada por ter me feito sentir aquele sol que faz cossegas na barriga, mesmo que esse sol tenha se apagado para nunca mais queimar de novo.
Obrigada por ainda existir mesmo que seja longe de mim.
Obrigada por ser inesquecível, intenso, apaixonante, carismático, carinhoso, divertido, mesmo que seja também ausente e insubstituível.